Que discrepância. Hoje estou estranhamente sem palavras.
Certemante, por estar inundada de razões.
Na verdade busco a racionalidade contida no coração dos sonhadores.
De um sonhador, um desses que se encontra perdido por aí, na noite.
Estranhamente, e aqui paro e peço perdão pela repetição das palavras, mas não poderia ser outra se não essa, estranhamente, novamente, sinto saudades, dele que nem me deu tempo necessário de sentir. Mas sinto, sinto tanto que procuro-o agora, toda noite, no vazio, pois não sei onde procurar.
quarta-feira, 10 de março de 2010
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