Nada do que possamos fazer agora vai poder mudar ou pelo menos amenizar alguma minima coisa que persiste em existir intensamente, e sei que não só aqui, mas aí também.
Vivo por entender onde aconteceu, o exato momento em que conseguimos não sermos mais nada. Viramos pó.
No entanto isso não me ofende, nem se quer me importa. Estou cada dia mais cadavérica, não que isso seja uma coisa ruim, é claro que não é. Afinal, quem não quer estar imune ao mundo, à vida, pois assim estou, totalmente imune, a tudo e a todos, zaratustra que me inveje!
terça-feira, 9 de março de 2010
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